Entrevista

09/11/18

#20 – Dora Andrade e Eliovaldo Ananias (Edisca)

A Edisca surgiu no ano de 1991 Com o objetivo de promover não só o ensino de arte, mas também diversos projetos sociais em áreas com alto índice de vulnerabilidade social na cidade de Fortaleza. Nesses 27 anos, a instituição promoveu nove espetáculos, dentre os quais se destacam Koi-Guera, Paideia e Jangurussu, assistido por mais de 280 mil pessoas e premiado como melhor coreografia. Atualmente, a Edisca está em cartaz na Caixa Cultural com a remontagem do espetáculo Mobilis.

24/10/18

#19 – Coral Canto da Casa

Em 2016, o Coral da UFC deu início a um projeto paralelo, um filho, como carinhosamente chamam, o Coral Canto da Casa. Dois anos depois, o Canto da Casa se prepara para apresentar seu segundo espetáculo, A Flor que Nasce do Asfalto, no Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno nos dias 25 e 26 de outubro, às 19h.

15/10/18

#18 – Ilana Amaral (Projeto Transpassando)

Nos dias 4 e 11 de novembro de 2018, mais de cinco milhões de pessoas devem prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Brasil. Em entrevista à Rádio Universitária FM, Ilana Amaral, professora do Departamento de Filosofia da Universidade Estadual do Ceará e coordenadora do programa de formação de Travestis e Pessoas Transgêneras: cursos preparatórios para o Enem e formação profissional (Transpassando), explica as ações do projeto numa perspectiva de fortalecer ações de combate à transfobia e seus efeitos.

28/09/18

#17 – Uribam Xavier (Política)

No dia 7 de outubro, mais de 147 milhões de brasileiros vão poder comparecer às urnas para eleger deputados estaduais e federais, senadores, governador e o novo presidente da República. Em entrevista à Rádio Universitária FM, Uribam Xavier, cientista político e professor do departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Ceará, faz uma análise sobre as eleições 2018 e sobre a participação da sociedade na política.

14/09/18

#16 – Flávia Rodrigues e Daniel Chastinet (Com Figura)

Imagine 25 pessoas de idades, profissões e histórias de vidas diferentes reunidas com o objetivo de observar, desenhar e trocar ideias. Assim é o Com Figura, projeto idealizado pelo ilustrador Daniel Chatinet e pela artista visual e bordadeira Flávia Rodrigues, que proporciona sessões regulares de desenho de modelo vivo em Fortaleza.

31/08/18

#15 – Musicoterapeuta Bruno Verga

Usar a música e os sons para finalidades terapêuticas, pensando no benefício das pessoas. Essa é a base da musicoterapia, que utiliza os elementos da música no contexto clínico, educacional e social. "A música ativa o nosso cérebro por completo", é o que garante o educador musical e musicoterapeuta Bruno Verga. Por isso, ela pode ser utilizada como instrumento de cura e promoção da saúde.

17/08/18

#14 – Oncologista Romualdo Barroso

"A maioria dos cânceres é curável. Esse mito precisa ser desconstruído de que o diagnóstico de câncer está associado à morte", é o que garante o oncologista do hospital Sírio-Libanês (SP) Romualdo Barroso, que atua principalmente no desenvolvimento de novos tratamento para o Câncer de Mama.

03/08/18

#13 – Cacique Irê

Juliana Alves, a Cacique Irê, ocupa o posto de cacique dos Jenipapo-Kanindé, ao lado da irmã, Bida, e da mãe, Cacique Pequena, a primeira mulher da América Latina eleita para o posto, em 1995. Cacique Ire graduou-se no curso de Licenciatura Intercultural Pitakajá I, realizado pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e hoje é diretora da Escola Indígena Jenipapo-Kanindé, que funciona desde 2009.

20/07/18

#12 – Zé Maria

A vida de Zé Maria, potiguar de Baía Formosa, se revezava entre o trabalho de pescador, a primeira forma que encontrou de ajudar na renda da família, e de guia turístico, recebendo os turistas que visitavam as praias de seu município. A chegada de um cineasta russo com uma proposta de filme mudou essa dinâmica, e o pescador deixou seu lado artista falar mais alto.

04/07/18

#11 – Raisa Christina

É no desenho que a artista visual e escritora Raisa Christina consegue externar seus sentimentos. Ao compor sua arte, a semelhança precisa com o que está sendo desenhado dá lugar à percepção dela sobre o objeto no momento, o que provoca uma mudança direta no traço e faz com que seus desenhos nunca sejam iguais. Raisa já expôs seus trabalhos no Grande Bom Jardim, no Sobrado Doutor José Lourenço e na Casa Vândala.