Ceará Sonoro

14/12/18

#93 – Rafa Winner

Em entrevista ao Ceará Sonoro, Rafa Winner, acompanhado pelos músicos Eliaquim Castro e Thiago Castro, conversa sobre o seu projeto autoral que mescla o reggae com elementos do hip-hop, rap e raggamuffin. O músico comenta ainda sobre a cena reggae cearense e a sua passagem pela banda Rebel Lion, pioneira do reggae no estado.

30/11/18

#92 – Gabrielle Gomes

Tudo começou com um vídeo caseiro e uma interpretação voz e violão de Fotografia. Em pouco tempo, Gabrielle Gomes percebeu que a sua balada romântica tinha atingido muitas pessoas nas plataformas digitais e que existia ali potencial para a artista se lançar em terrenos mais sólidos. Em 2 anos de carreira, Gabrielle Gomes aprendeu a tocar violão, montou uma banda com 9 integrantes, entre cordas e metais, e começou a compor músicas autobiográficas e que focam na representatividade feminina.

16/11/18

#91 – Matu Miranda

A música sempre esteve presente na vida de Matu Miranda. Primeiro, como ouvinte, já que sua família gostava de viver as situações do dia a dia acompanhada de música. "Essa foi a minha principal escola, a escola de ouvir. Antes de tocar, você tem que ouvir muito", garante o artista que é natural de Mato Grosso do Sul.

01/11/18

#90 – Coral da UFC

A água é elemento constante no planeta Terra. Ela integra 70% do corpo dos seres humanos, transforma as plantações e é indispensável para a vida e as relações afetivas. Foi pensando nesse elemento primordial que o Coral da UFC, nas vésperas dos seus 60 anos de existência, elaborou o espetáculo d'Água.

19/10/18

#89 – Berg Menezes

Re.vo.lu.ção. De acordo com o dicionário, essa palavra significa grande transformação, movimento de revolta contra um poder estabelecido. Para o artista cearense Berg Menezes, a revolução vai além do político, atingindo os dualismos e conflitos pessoais. Com essa mensagem, Berg Menezes lança seu segundo álbum, Qual é a sua revolução?, apresentando uma sonoridade marcada pelas guitarras e pelos sintetizadores, trazendo também arranjos mais densos e contemporâneos

05/10/18

#88 – Espelho Negro

No final de 2017, Mateus Mesmo escreveu um trecho de uma música sobre segurança pública. Essa era a sua primeira experiência com o rap. Porém, ele não queria fazer isso sozinho e resolveu convidar outras pessoas para construir esse som de forma coletiva. Surgia aí, inicialmente, o Coletivo Manifesto com a música A guerra entre nós. O coletivo de produção cultural formado por artistas de diversas áreas de atuação, como música, artes visuais, poesia e audiovisual, hoje se chama Espelho Negro.

21/09/18

#87 – Athila

Escrever sempre foi uma paixão para Athila e a música andava em paralelo a isso. Aos poucos, começou a colocar melodia nas letras e nas poesias que tinha escrito, mas achava que ainda não era hora para gravar sua músicas, afinal, tudo era muito íntimo, muito pessoal. Há 2 anos, surgiu a vontade de mostrar suas músicas para as pessoas e, em junho deste ano, Athila lançou os singles O que você vai me dizer? e Cartas e Canções.

06/09/18

#86 – Fervô

"Fervô é música pop para dançar, para ferver, para se divertir", explica a artista Yara Canta ao se referir ao novo projeto de música pop cearense, o Fervô, formada por ela e Fernando Pelizari. "Fervô também é luta, é trazer representatividade no meio LGBT", complementa Fernando, demonstrando que a dupla recém-formada veio para agitar o cenário autoral do estado.

24/08/18

#85 – Zé Vicente

"Eu estou aqui, agora". É com essa mensagem que Zé Vicente lança seu novo trabalho Agora (2018) com músicas que dialogam com a atual conjuntura política, social e cultural do Brasil. Zé Vicente acredita que esse é o momento de fortalecer toda uma trajetória dedicada aos trabalhadores, à juventude e às comunidades.

10/08/18

#84 – Bárbara Sena

Bárbara Sena gosta de deixar as coisas fluírem quando o assunto é música. Aos 9 anos, teve sua primeira experiência com o projeto infantil Flor de Maravilha, mas foi aos 17 anos que Bárbara se uniu a outras cinco mulheres para formar o grupo de choro Fulô de Araçá. Ela lembra com carinho dos ensaios e das aprendizagens compartilhadas com as integrantes e com seu pai, Tarcísio Sardinha, influente músico cearense, que contribuía no processo criativo do grupo e segue acompanhando a cantora em sua trajetória.