Ceará Sonoro

10/08/18

#84 – Bárbara Sena

Bárbara Sena gosta de deixar as coisas fluírem quando o assunto é música. Aos 9 anos, teve sua primeira experiência com o projeto infantil Flor de Maravilha, mas foi aos 17 anos que Bárbara se uniu a outras cinco mulheres para formar o grupo de choro Fulô de Araçá. Ela lembra com carinho dos ensaios e das aprendizagens compartilhadas com as integrantes e com seu pai, Tarcísio Sardinha, influente músico cearense, que contribuía no processo criativo do grupo e segue acompanhando a cantora em sua trajetória.

27/07/18

#83 – Eric Barbosa

Com formação em violão popular, eletrônica industrial e técnica em música, Eric Barbosa mescla arte sonora à tecnologia. Ele transita entre linguagens que envolvem música, cinema, dança, teatro, performance, pesquisas nos conceitos de escutas de cidades e instalações sonoras.

13/07/18

#82 – Bi Santana

Foi preciso viajar até o outro lado do planeta, na Coreia do Sul, para que a cearense Bi Santana encontrasse seu parceiro que hoje é inseparável: o Ukulele. Ela já tinha uma forte uma ligação com a música aqui, mas foi com o pequeno instrumento de origem havaiana que encontrou o seu som.

05/06/18

#81 – Rayane Fortes

Foi a cantora paulistana Maria Rita a primeira intérprete a influenciar Rayane Fortes no mundo do samba, do chorro e da bossa. Com 25 anos, Rayane toca o projeto Bossa, Jazz e Samba ao lado do bandolinista Pedro Madeira e já participou de shows em tributo a grandes nomes da Música Popular Brasileira. Em 2018, a cantora comandou o pré e o carnaval de Fortaleza junto com o Baqueta Clube de Ritmistas, cantando para mais de 3 mil pessoas na Praia de Iracema.

01/06/18

#80 – Danillo Lima

Foi do contato com a percussão que Danillo Lima entrou na música. Porém, se engana quem pensa que a sonoridade é a única paixão do artista. Danillo também explora em seu trabalho as artes visuais e a poesia, agregando elementos da psicologia, sua formação profissional.

18/05/18

#79 – Argonautas

Depois de 9 anos, o grupo Argonautas volta à cena musical cearense com o álbum, Jangada Azul. O lançamento do segundo disco do grupo marca um novo momento do quarteto que, além de Rafael Torres (violão, flauta e voz) e Ayrton Pessoa Bob (violão, acordeom, piano e voz), conta agora com a participação de Ednar Pinho (baixo) e Igor Ribeiro (percussão).

04/05/18

#78 – Nafandus

Rock com elementos regionais. Essa é a sonoridade da banda Nafandus que, desde 2013, atua na cena autoral cearense. Formada pelos músicos Lucas Ravel (baixo), Lucas Rodrigues (guitarra), Tiago Skilo (bateria) e Lucas Santiago (guitarra), a Nafandus assume neste ano uma nova formação e uma nova postura. Agora, todos os integrantes imprimem sua personalidade nos vocais e as letras são compostas em português.

20/04/18

#77 – Novos Caetanos

Do encontro acadêmico entre Amanda Pinheiro e Bruno Silva, no curso de Música da UFC, surgiu uma amizade e uma parceria artística que resultou no projeto Novos Caetanos. Juntos, eles exploram a Música Popular Brasileira e a sua sonoridade em formato de duo, experimentando o uso de violão, percussão, piano e voz.

Com apenas um ano de formação, o duo já circulou por espaços culturais em Fortaleza e Sobral, e ganhou prêmio pela música Vênus da Lua. Para 2018, Amanda e Bruno já trabalham em novas canções autorais que vão fazer parte do show Caminhos.

06/04/18

#76 – Mel Mattos

Mel Mattos tem uma trajetória musical de 20 anos e uma voz doce que passeia por vários gêneros musicais. "Eu canto música brasileira", é como Mel gosta de reforçar ao ser questionada sobre estilos. Definição é uma palavra que não cai bem na sua carreira. Além do trabalho autoral, Mel Mattos toca projetos como Mel com Samba, Mel do Brasil e, mais recentemente, Canções de Dominguinhos. A cantora está em circulação com o seu segundo álbum, intitulado Demodé!?, lançado em 2016. Diferente do seu primeiro trabalho, O Retratista (2010), Mel Mattos aposta em composições autorais em parceria com Dado Fernandes, Kleber Pereira e Júnior Torres.

23/03/18

#75 – Pingo de Fortaleza e Eliahne Brasileiro

Da vontade de compartilhar suas composições com intérpretes femininas, Pingo de Fortaleza começou a perceber que fazia, aos poucos, um registro da história feminina na música cearense. Com o apoio dessas artistas, ele lançou em março de 2018 o livro Pérolas – o feminino no cancioneiro cearense. 1900 - 2017 - Histórias e Relatos de Vida e a coletânea Solo Feminino que reúne 56 canções interpretadas por cantoras das mais diversas gerações.