Apesar da pouca idade, os cinco jovens que formam a Esquina Brasil não param de crescer na cena musical do samba, do chorinho e da música nordestina. O clima de descontração é marca registrada do grupo, e as piadas, risadas e animação foram o ponto forte da entrevista que eles concederam à Rádio Universitária.
O quintento é composto por Iann Calíope (Flauta Transversal), Jamerson Farias (Cavaquinho e Voz), George Anderson (Violão 7 cordas), Pedro Alcântara (Bandolim 10 cordas) e Walter Almeida (Percussão). Juntos, os cinco unem ousadia e irreverência para fazer música brasileira de qualidade. "A gente tenta colocar outro ritmos que não são comuns para o choro", diz Jamerson.
O grupo foi formado no começo de 2009, quando eles ainda não tocavam nenhuma canção autoral. Segundo Jamerson, a Esquina Brasil não enfrentou grandes dificuldades. "O mais difícil foi a gente tentar fazer a coisa junta, porque você juntar cinco pessoas e fazer qualquer coisa é diferente de você juntar cinco pessoas que tenham afinidade pra fazer um trabalho de qualidade", diz.
No começo deste ano, o grupo foi contemplado com o edital do Brasil Instrumental do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Eles planejam o Projeto Choro Vivo, um show para homenagear músicos, compositores e professores que fazem o choro atualmente.
A entrevista completa com o grupo Esquina Brasil está disponível logo abaixo:
Confira também a interpretação da Esquina Brasil para "Aquarela na Quixaba", de Hamilton de Holanda:
E ainda a canção "Santa Morena", de Jacob do Bandolim, gravada pelo quinteto nos estúdios da Universitária FM:
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